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Chikára

Chikára de Keishu, imagem cedida por Kalberoos

Victor está certo — afirmou a voz feminina, a mesma que se lamentara momentos antes com a morte do soldado inimigo. As vestes pesadas usadas pela mulher denunciavam que era natural de uma região bem fria, possivelmente situada ao norte de Askalor. Os traços apresentados por ela, no entanto, deixavam sua origem mais específica, os planaltos gélidos de Vahan. De fato, os habitantes daquelas terras tinham os olhos afinados, bochechas salientes e nariz achatado. — Eu sou Chikára, maga da sagrada Keishu — apresentou-se com a pronúncia característica das terras de onde vinha.

[...] Apesar de possuir certa idade, aparentando ter não menos de 50 verões, continuamente se mantinha em postura marcial, digna de um líder. O belo cajado de bronze trazido em sua mão direita, repleto de runas místicas e pedras preciosas de rara expressão, de tipos e tamanhos variados, mais parecia um cetro real, posto que sabia como empunhá-lo. Em verdade, sua experiência e conhecimento estavam de alguma forma relacionados com sua postura, sua maneira enérgica de agir e o seu modo decisivo de se pronunciar. [...]

(A Queda de Sieghard, capítulo VII)

Perfil Editar

Chikára de Keishu, província de Vahan Ocidental, é uma maga de nível intermediário da escola de Alteração. Sua história não é trabalhada no primeiro volume da saga, limitando-se a mencionar que seu sonho de se tornar uma grande maga tinha dado errado[1] e que seus mestres não a deixaram continuar seus estudos[2]. É uma senhora versada em conhecimentos esotéricos e eruditos, e que não mede esforços em compartilhá-los. Apesar disso, tem a tendência a desdenhar daqueles que por um acaso se mostram mais sábios ou espertos que ela, conforme mostra essa passagem:

— Pela Ordem! Será que você não consegue criar uma simples luz? — irritou-se Braun.

— Se conseguisse, guerreiro, o teria feito [...] Apenas meus superiores de Keishu detêm este poder, do qual, aliás, não sinto a mínima falta. Consigo viver muito bem sozinha, sem ele. Eu sou capaz apenas de transformar materiais, não de criá-los. Por isso, consiga-me os componentes certos e modifico-os no que você quiser.

— E por que não aprendeu com eles? — quis saber Victor.

— Com quem? Meus superiores? Aprender o quê? Eles não sabem de nada... não fazem nada. Podiam criar coisas maravilhosas, mas não o fazem. Aquelas velhas ruínas vivem enclausuradas em monastérios, pensam que assim conseguirão atingir algum conhecimento. Mentes senis. Seria uma perda de tempo tentar aprender com eles.

 (A Queda de Sieghard, capítulo XLI) 

Do grupo dos protagonistas, é a única que não esteve envolvida com a Batalha do Velho Condado[3]. É mencionado que ela havia saído de Keishu em busca de ervas especiais[4].

Relacionamento com o grupo Editar

Chikára, apesar de aceita no grupo, começa a ganhar inimizades quando tenta diminuir o pastor Petrus de Bogdana sucessivas vezes.

Familiares e relacionados Editar

A Queda de Sieghard Editar

Sua família não é mencionada no primeiro volume. No entanto, um velho conhecido de Chikára, o mago Ume, é citado várias vezes por ela.

O Flagelo de Dernessus Editar

Em construção

Referências Editar

  1. Capítulo XXXV de A Queda de Sieghard
  2. capítulo XLIII de A Queda de Sieghard
  3. Capítulo X de A Queda de Sieghard
  4. Capítulo XXXV de A Queda de Sieghard

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